“Numa relação amorosa é assim: “No começo tudo é um mar de rosas, uma maravilha. Quando há uma briga, o lado mais fraco, o lado que ama pelos dois, vai pisar em cima do orgulho e se concertar, por medo abstrato de perder a pessoa”. Só que mesmo amando dobrado, pisar em cima do orgulho te faz perceber que não é sempre sua culpa, te faz abrir os olhos, ver que não é só você que tem que se redimir a quem ama. Isso vai cansando, vai esfriando o amor, e se tornando em humilhação. Torna humilhante se jogar num poço pra fazer as vontades de quem você diz amar. Como isso pode ser amor? Se você mais chora do que sorri? Como isso pode ser amor? Amor não é humilhação.
“Você pode conversar com uma pessoa por anos, todos os dias. Pode compartilhar com ela as melhores histórias, risadas, momentos, façanhas… Pode confiar à ela os seus segredos, depositar sua confiança e descarregar seus problemas. Ela pode te ouvir, dar conselhos e consolar você; e realmente te ajudar. Pode descobrir o que tu tá pensando só de trocar um olhar contigo. E mesmo assim, sempre vai existir uma parte meio sombria dela que vai ficar meio escondida e você não sabe. E mesmo assim você nunca vai realmente conhecê-lá.